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sexta-feira, 18 de maio de 2012

Republicando (um poema)


Leitura obrigatória


A fome me abraça quase terna
Ignora o divórcio de minhas mãos em sua cintura

Eu, discreta, porém, resoluta
Oculto me mim mesma o barulho que irrompe
Da boca do estômago

Abro a carta sem pressa
E sinto o gosto do vento, vindo da janela
Falta pouco, falta bem pouco
Para que minha língua toque o doce do teu silêncio

3 comentários:

CACAU disse...

Que saudadeeeeeeeeeeeee das suas lindas palavras... Elas sempre alegram meu coração!!!! OBG :)

Mme. S. disse...

Cacau que saudadeeeeeeeeeeeeees de você, menina linda de viver! Aff, faça isso comigo não. Não suma! Risos. cheiro grande, a casa é sempre sua!

Carito disse...

Saudades, Sheylinha!!! Bonito poema!!! Beijos!!!