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segunda-feira, 14 de outubro de 2013

O vento



Se eu não te visse nunca mais, acho que retiraria todas as partículas condicionantes de todas as frases que ainda vão existir na minha vida e as jogaria no mar. Esse mar que uma vez levou meu amor para longe de mim e me deixou só com o "se" e todas as suas impossibilidades contidas. Se eu não te visse nunca mais, para que lado o vento sopraria? E em qual motivo eu me abrigaria para compreender essas coisas todas que vão além de mim, de tu, de todos nós?

Eu escrevo cartas bobas em dias bobos, enquanto ouço canções de ninar que embalam meus sonhos de vento e mar. Meus sonhos que estavam, antes, sob a cortina dos dias cinzas. E agora, assim como quem sobe a montanha, eu os vejo voando num céu limpo e manso de um entardecer qualquer. Esses sonhos que me abrigam das horas caducas, das horas que antecedem os outros dias e as outras vidas que o vento sempre me traz.

3 comentários:

Mme. S. disse...

Sim, sim, esse texto está confuso, estranho e curtinho demais. Só fui fiel à necessidade de escrever e acabei por achar que não precisa apertar a tecla "del". É isso. Minhas sinceras escusas aos meus (três) leitores.

S.

Cacau disse...

Ainda bem que não deletou...Amo tudoooo que vc escreve, sempre alegra meu coração, seja simples ou não...

Bjssss She :)

Mme. S. disse...

Cacau, você É um desses três leitores que eu tenho né? Uma bênção ter você aqui. Obrigada, mi casa es su casa.
S.