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segunda-feira, 4 de julho de 2016

Mais Ana C., menos mi mi mi



Ana Cristina César é a homenageada da Flip desse ano. Nunca fui na Flip. Li pouco Ana Cristina César, fato. Não sou crítica literária, fato. Não sou doida varrida (ou desocupada o bastante) para sair por aí falando sobre algo (poemas, poesia &/ou estilos) só para demonstrar conhecimento e encher a vida das pessoas de imbecilidades mascaradas de úteis quando, na verdade, não passam de verborragia amanteigada com vaidade de gente que não sabe escrever e, frustrada, resolve falar do trabalho (árduo) dos outros.

Parece meio tolo tentar dar estofo a duas situações que me são superficiais, portanto. Ana Cristina César e Flip. A primeira, bonita, fotogênica, poeta, trágica, suicida. A segunda, uma Feira, Festa sei lá o quê que o que menos se propôe - declaradamente - é ser uma feira sobre literatura. Já ouvi um CD sobre a Flip. Alguns amigos já foram à Flip. E só. 

Mas, me sinto muito à vontade para pedir: mais Ana Cristina César, menos culto ao suicídio; mais Ana Cristina César, menos performances tolas no meio do palco; mais Ana Cristina César, menos frases de efeito; mais César, menos Brutus; mais sexo oral, menos punheta literária; mais noite, menos entardeceres românticos ouvindo Ravel; mais Ana C., menos personagens; mais Ana C., menos teorias; mais Ana C., menos décadas passadas. Mais Ana C., menos textos reunidos. Mais mais mais silêncio, porra!

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